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quarta-feira, 26 de março de 2014

Renato Mendes



Renato Pimentel Mendes
São Paulo no dia 04/10/1939
17/03/2013
Renato Mendes, PhD em órgão erudito, mantém um desconhecido tesouro guardado em seu apartamento na bela Rua Avanhandava em São Paulo: foi o único brasileiro a conquistar o Prêmio de Música Eletrônica Internacional no renomado Festival de Nidden com seu disco "Electronicus", em 1974. Nascido em São Paulo no dia 04/10/1939,
Renato começou a tomar gosto pela música popular quando, na década de 60, substituiu Djalma Ferreira na boite Drink, Djalma mudou-se para os EUA. Ele e o também tecladista Juarez Santana, se revezavam na noite paulistana.
Foi um dos pioneiros da música eletrônica no Brasil. Em 1974, lançou "Electronicus", um dos primeiros discos do estilo no país, que lhe rendeu prêmio internacional. Ele começou cedo a tocar. Estudou música erudita na Europa e fez aulas com um organista do Vaticano. Segundo a família, tinha certificado para tocar em igrejas, o que fez nas de São Bento e da Consolação. Ainda jovem, na casa dos 20, perdeu a visão dos dois olhos devido a um descolamento de retina. Mas tentou ser independente. Dos EUA, trouxe um golden retriever, que lhe serviu de cão-guia. Fez trilhas sonoras para filmes no exterior e, nos anos 60, caiu de cabeça na bossa nova, como lembra Maria Lúcia Levy Candeias, amiga e professora aposentada de teatro. Integrou o Trio Boliche com Théo de Barros (autor de "Disparada", com Vandré). Théo, que chama o amigo de "exímio pianista", conta ter uma música inédita feita com Renato. É descrito como "gênio de personalidade forte". "Tinha uma coisa de querer ser uma orquestra", lembra a sobrinha Renata,
 

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