Slide

Pesquisar

domingo, 13 de novembro de 2016

Geraldo Flach



Geraldo Flach
Geraldo Flach (Porto Alegre, 6 de agosto de 1945 — Porto Alegre, 3 de janeiro de 2011) foi um compositor, pianista, arranjador e produtor musical brasileiro.
Estudou piano erudito desde os cinco até os vinte anos de idade, tendo como mestres os maestros Max Brückner e Roberto Eggers, e a pianista Zuleika Rosa Guedes. Iniciou sua carreira profissional aos quatorze anos de idade, tocando em conjuntos de baile e, na década de 1960, formou um trio de piano, baixo e bateria, fazendo várias apresentações, além de ter um programa próprio na TV Piratini.
Atuou em vários movimentos musicais, entre os quais a Frente Popular Gaúcha de Música Popular e a MusicaNossa, no Rio de Janeiro. Atuou ao lado de grandes nomes da música brasileira e fez muitos recitais no Brasil e exterior, além de gravar vários discos e receber premiações, direcionando sua música para o terreno popular.

Nanái



Arnaldo A. Medeiros, O Nanái
Nasceu no Rio de Janeiro, Cantor e exímio violonista, foi fundador do conjunto cancioneiros do ar , musico atuante no inicio dos anos 50.

Zé Nogueira



Zé Nogueira
José Augusto Nogueira (Rio de Janeiro, 21 de julho de 1955), mais conhecido pelo seu nome artístico de Zé Nogueira, é um saxofonista e produtor musical brasileiro.

Arnaldo Baptista 



Arnaldo Dias Baptista 
São Paulo, 6 de julho de 1948
Sua carreira musical tem início em 1962, quando ele forma com seu irmão Cláudio César o grupo The Thunders. Em 1966, convida seu outro irmão, Sérgio Dias, a se juntar ao grupo Six Sided Rockers, que já contava com a presença de Rita Lee.[2] O grupo daria origem aos Mutantes. Ali ele desenvolve seus talentos de compositor e arranjador e desfrutou de boa fama e relativo sucesso financeiro. Integrando a banda de rock mais prestigiada do país na época, teve acesso a instrumentos que a maioria dos músicos tinha dificuldade de adquirir do exterior. Arnaldo foi pioneiro ao trazer para o Brasil um órgão Hammond Porta-B, um amplificador rotatório Leslie e um exemplar de Mellotron, com o qual gravou o compacto Mande Um Abraço Pra Velha e o disco O A E O Z. Depois de problemas e brigas internas, ele sai da banda em 1973.
Tenta seguir carreira de produtor musical, mas o insucesso o motiva a tentar carreira solo. Lança Lóki?, em 1974, considerado seu melhor trabalho.
Em 1977, ele recusa o convite de seu irmão Sérgio para retornar ao Mutantes, formando o grupo Patrulha do Espaço.[1] O novo projeto não vai longe, apesar da gravação de um disco de estúdio, que só seria lançado parcialmente dez anos depois com o nome de Elo Perdido, assim como uma gravação ao vivo de um show da banda (Faremos Uma Noitada Excelente).[2] Arnaldo deixa a Patrulha em 1978.
Em 1982, Arnaldo lança Singin' Alone, gravado em 1981, obra calcada em rock experimental. No mesmo ano, ele é internado na ala psiquiátrica do Hospital do Servidor Público de São Paulo por razões que ele mesmo explica no documentário de 2008: "depois que me internaram da primeira vez, qualquer motivo era razão para me internar novamente".[2] Em depressão, de acordo com sua ex-mulher Martha Mellinger no documentário, Arnaldo tenta o suicídio, sofre um traumatismo craniano. Recupera-se pouco depois.
Arnaldo lança em 1987, pelo selo independente Baratos Afins, a gravação caseira Disco Voador. A gravação é feita em dois canais. Em 1989, os produtores Alex Antunes e Carlos Eduardo Miranda produziram o álbum tributo "Sanguinho Novo - Arnaldo Baptista Revisitado" com bandas como Sepultura, Ratos de Porão, Paulo Miklos, Fellini entre outros nomes.

Geraldo Ribeiro



Geraldo Ribeiro
17 de Junho de 1939
Mundo Novo (BA)
Um dos violonistas brasileiros mais importantes do século 20. Seus discos são fundamentais para a história do instrumento, pois sempre apresentaram repertório diferenciado de qualquer outro violonista. Foi o primeiro, por exemplo, a resgatar obras de compositores como Garoto e Armando Neves, seja gravando discos inteiramente dedicados a eles ou escrevendo peças desses autores em partitura.
Geraldo Ribeiro é também importante por ter desenvolvido um repertório clássico para a viola brasileira, interpretando peças e transcrições como as de Theodoro Nogueira, além de ter divulgado um repertório pouco conhecido do repertório clássico mundial.
Filho dos lavradores Onofre Ribeiro da Silva e Mariá Lopes da Silva, Geraldo Ribeiro da Silva nasceu em Mundo Novo, no sertão da Bahia, próximo à parte norte da Chapada Diamantina. Garoto prodígio, iniciou-se na música de maneira autodidata, através de métodos de viola caipira. O pai havia conseguido uma viola e outros instrumentos como gaita, além de uma vitrola com 45 discos, entre eles um de Mozart Bicalho. A partir daí o interesse do menino pelo violão se consolidou.
Mudou-se ainda muito jovem para Assis, no interior de São Paulo, onde começou a estudar teoria, solfejo e outras atividades com o maestro de banda Augusto Matias, por volta de 1952. Três anos depois, seguiu para a capital paulista, quando teve aulas com um dos mais requisitados professores de violão da capital: Oscar Magalhães Guerra.
Estudou também matérias teóricas, harmonia e composição com um dos grandes compositores brasileiros: Ascendino Theodoro Nogueira, um aluno de Camargo Guarnieri que ganhava destaque por suas músicas instrumentais, camerísticas e orquestrais.
 

Eli do Trompete




Eli Pedro da Silva, O Eli do Trompete
Músico desde os onze anos nasceu em junho de 1954 e já tocou com vários grupos e orquestra do Rio de Janeiro, tendo assim conquistado um espaço vip no cenário musical.
Eli atua como Lead Trumpet na Orquestra Tabajara do Maestro Severino Araujo sob a regência de Jaime Araujo, considerada como a melhor orquestra desde quando foi fundada.
Hoje a Tabajara com mais de 14.200 apresentações, tem em seu conjunto grandes nomes do cenário musical.
Eli do Trompete diretor da Shalom Jazz Band, uma orquestra com 20 músicos profissionais que vem divulgando a musica em todo seu contexto, com apresentações e shows em vários lugares no Rio e grande Rio.
Shalom Jazz Band,uma big band com um som agradável que tem como espelho a melhor e inigualável Tabajara e também as famosas orquestras dos anos 50.