POR AQUI DESFILARÃO VERDADEIROS GENIOS DA MÚSICA INSTRUMENTAL DO BRASIL DE TODOS OS TEMPOS , ATRAVÉS DESTE BLOG VOCES CONHECERÃO GRANDES INSTRUMENTISTAS, SOLISTAS, IMPROVISADORES, COMPOSITORES, ARRANJADORES, HARMONIZADORES, AQUELES QUE HÁ UM SÉCULO E QUE COM SEUS INSTRUMENTOS FIZERAM O BRASIL DANÇAR, SORRIR, CHORAR, PULAR AO SOM DAS MAIS BELAS INTERPRETAÇÕES. BEM, AGORA É SÓ NO PLAY E VIVA O MUSICO BRASILEIRO
Slide
Pesquisar
quarta-feira, 21 de maio de 2014
Villa-Lobos
Heitor Villa-Lobos
Rio de Janeiro, 5 de março de 1887 – Rio de Janeiro, 17 de novembro de 1959
Foi um maestro e compositor brasileiro.
Destaca-se por ter sido o principal responsável pela descoberta de uma linguagem peculiarmente brasileira em música, sendo considerado o maior expoente da música do modernismo no Brasil, compondo obras que contém nuances das culturas regionais brasileiras, com os elementos das canções populares e indígenas. No Brasil, sua data de nascimento é celebrada como Dia Nacional da Música Clássica
Filho de Noêmia Monteiro Villa-Lobos e Raul Villa-Lobos, foi desde cedo incentivado aos estudos, pois sua mãe queria vê-lo médico. No entanto, Raul Villa-Lobos, pai do compositor, funcionário da Biblioteca Nacional e músico amador, deu-lhe instrução musical e adaptou uma viola para que o pequeno Heitor iniciasse seus estudos de violoncelo. Aos 12 anos, órfão de pai, Villa-Lobos passou a tocar violoncelo em teatros, cafés e bailes; paralelamente, interessou-se pela intensa musicalidade dos "chorões", representantes da melhor música popular do Rio de Janeiro, e, neste contexto, desenvolveu-se também no violão. De temperamento inquieto, empreendeu desde cedo escapadas pelo interior do Brasil, primeiras etapas de um processo de absorção de todo o universo musical brasileiro. Em 1913 Villa-Lobos casou-se com a pianista Lucília Guimarães, indo viver no Rio de Janeiro.
Em 1922 Villa-Lobos participa da Semana da Arte Moderna, no Teatro Municipal de São Paulo. No ano seguinte embarca para Europa, regressando ao Brasil em 1924. Viaja novamente para a Europa em 1927, financiado pelo milionário carioca Carlos Guinle. Desta segunda viagem retorna em 1930, quando realiza turnê por sessenta e seis cidades. Realiza também nesse ano a " Cruzada do Canto Orfeônico" no Rio de Janeiro. Seu casamento com Lucília termina na década de 1930. Depois de operar-se de câncer em 1948, casa-se com Arminda Neves d'Almeida a Mindinha, uma ex-aluna, que depois de sua morte se encarrega da divulgação de uma obra monumental. O impacto internacional dessa obra fez-se sentir especialmente na França e EUA, como se verifica pelo editorial que o The New York Times dedicou-lhe no dia seguinte a sua morte. Villa-Lobos nunca teve filhos.
Faleceu em 17 de novembro de 1959. Encontra-se sepultado no Cemitério São João Batista no Rio de Janeiro.
Em 1960, o governo do Brasil criou o Museu Villa-Lobos na cidade do Rio de Janeiro.
Rasga o coração (1957)
terça-feira, 20 de maio de 2014
Carlinhos Monjardim
Carlinhos Monjardim
Niteroiense Carlos Monjardim, musico ativo na noite paulistana, parente distante da cantora Maysa, sideman de Wilson Simonal nos tempos do Top Club, uma boate situada na praça do Lido. nada mais achei na internet
Elias Slon
Elias Slon
(1919-2009)
Um príncipe do violino e sua paixão pela bailarina
ESTÊVÃO BERTONI
A moça na plateia foi ver a irmã pianista tocar, mas havia um certo rapaz no palco com um violino, e ela não conseguiu desgrudar os olhos dele.
Elias Slon redobrou-se de atenção: tinha de atacar o instrumento e retribuir os olhares da mulher com quem viveria por 64 anos. Conheceram-se ali, quando ela, uma bailarina de nome Aida, foi falar com ele após o concerto.
Isso foi na Argentina, onde ambos nasceram. De família musical, desde os quatro anos Elias já andava enroscado com o violino. Aos 29, entrou para a orquestra do teatro Colón, em Buenos Aires.
Sete anos depois, desligou-se do grupo e montou o quarteto Los Príncipes del Violín, que se apresentou no Chile, Uruguai e sul do Brasil, país pelo qual se apaixonou.
Em 1957, veio a SP com a família. Tocou na Filarmônica de SP, na Sinfônica da USP (Osusp) -onde ficou por 25 anos como "spalla" (líder)- e na Orquestra Jazz Sinfônica.
Para os amigos da Osusp, Elias era um solista brilhante.
Participou de gravações de artistas como Elizeth Cardoso, Dick Farney e Maysa.
Em 2002, o filho Cláudio, baterista que gravou com Jobim, Sinatra e Sergio Mendes, morreu de câncer. Sua mulher morreu três anos depois, deprimida com a perda do filho e de uma neta. Como conta o filho Daniel, Aida era o grande amor da vida do pai.
"Ele vivia em função dela."
Com a morte da mulher, dizia que sua vida não fazia mais sentido. Há oito anos sem tocar, impedido pela idade avançada, morreu em 26 de outubro de 2009 aos 90, de falência de órgãos, em Valinhos (SP). Teve dois filhos e três netas.
Pinduca
Luiz Almeida D'Anunciação, O Pinduca
3/5/1926 Propriá, SE
2011
Instrumentista. Percussionista. Compositor. Pesquisador. Fez formação musical nos Seminários de Música da Universidade Federal da Bahia entre os anos de 1956 e 1959. Estudou percussão na Universidade do Colorado, em Boulder, nos Estados Unidos. Estudou vibrafone com Phill Krauss, em Nova York, e marimba, com José Bethancourt, em Chicago, também nos Estados Unidos. Em 1996, estudou percussão cubana, com José Helário Amat e Lino Neira Benthancourt, em Havana, Cuba. Foi professor/orientador na implementação do Curso de Percussão da Universidade Federal de Santa Maria, no Rio Grande do Sul.
Iniciou a carreira artística na década de 1940, em Aracaju, Sergipe, quando organizou uma orquestra de bailes que também fez apresentações em programas de rádio. A Orquestra Pinduca apresentou-se constantemente na Rádio Difusora de Sergipe. Atuou por 18 anos na TV Globo como pecussionista, arranjador e regente. Atuou na Orquestra Sinfônica Brasileira e foi responsável pela preparação do naipe de percussão da mesma quando excursionou à Europa sob a direção do maestro Isaak Karabchewsky. Foi autor do "Manual de Percussão", em 4 volumesem 14 cadernos e 2 livros. O manual apresenta a seguinte subdivisão: Instrumentos da Ritmica Brasileira: Caderno 1: "O berimbau"; Caderno 2: "O pandeiro"; 3: "O surdo de repenique"; 4: "A ginga do surdo no samba", e caderno 5: "Tambores de percussão direta". A "Técnica para Instrumentos Barrafônicos" foi dividida em: Livro A: "Técnica a 2 baquetas" e Livro B: "Técnica a 4 baquetas". Já os Estudos de Técnica para a Caixa-clara foram dividos em: Caderno 1: "Triângulo"; 2: "Pratos (Tam-tam, gongo, crotales); 3: "Ornamentos", e 4: "Adiantados". Finalmente, a "Técnica para os Instrumentos da Percussão Complementar" foi dividida em: Caderno 1: "Triângulo"; 2: "Pratos (Tam-tam, gongo, croates); 3: "Bombo sinfônico"; 4: "O reco-reco no repertório sinfônico", e, 5: "O pandeiro no estilo sinfônico". Foi autor também do livro "Os instrumentos típicos brasileiros na obra de Heitor Villa-Lobos". Como compositor teve obras gravadas em diferentes CDs. Dentre elas, destacam-se: "A pequena suite para Vibrafone"; "Um choro para Radamés; "Divertimento para pandeiro estilo brasileiro"; "Dança para pandeiro estilo brasileiro e oboé"; "Primeiro estudo", para vibrafone e violão; "Tocata para tímpanos" e "Divertimento", para berimbau e violão. Em 2010, recebeu homenagem na Faculdade de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro, através de apresentação realizada e promovida pelo músico Pedro Sá.
Luiz Mello
Luiz Mello
Luiz Mello pianista, compositor, arranjador
Nascido em Monte Alto em 18 de maio de 1937, estado de Sao Paulo, Brasil. Iniciou seus estudos de musica na cidade de Jaboticabal, com o Maestro Maezzano (da Banda local), no Rio, curso de contraponto e harmonia com o Maestro Moacir Santos, aperfeiçoamento de técnica pianística com o Prof Zequito de Souza Lima em São Paulo.
Atuou em muitas casas noturnas do Rio e São Paulo em algumas como diretor artístico.
Fez parte ativa do movimento da Bossa-Nova gravando dois LPs com o grupo SamBossa Cinco, formado por: Kuntz Negle (sax alto), Magno D’Alcantara depois Dorival Auriene (trompete), Humberto Clayber (baixo acústico), Turquinho (bateria), Luiz Mello (piano).
Atuou em diversas gravações: Sambossa 5 (dois discos, Som Maior e RCA Victor), Milton Banana (quatro discos da Odeon), Carlinhos Vergueiro, Márcia, Geraldo Vespar (Los Tropicanos), Claudete Soares, Doris Monteiro, Filó Machado. Orquestra Luiz Arruda Paes, várias trilhas para propaganda, trilha para um filme de longa metragem de João Batista Reimão, e outras.
Atuou também nos programas de TV: Série Ensaio, muitos programas, para a TV Cultura, direção de Fernando Faro; participação em todos os programas de Dick Farney na TV Tupi; participação em todos os programas de Edu Lobo na TV Tupi; participação em todos os programas musicais que se realizavam às segundas feiras na TV Tupi com a Orquestra Tupi, Luiz Arruda Paes e meu quarteto [Claudio Bertrami (contrabaixo), Dirceu simões (Batera), Edgard Gianulo (guitarra)].
Assinar:
Postagens (Atom)





