POR AQUI DESFILARÃO VERDADEIROS GENIOS DA MÚSICA INSTRUMENTAL DO BRASIL DE TODOS OS TEMPOS , ATRAVÉS DESTE BLOG VOCES CONHECERÃO GRANDES INSTRUMENTISTAS, SOLISTAS, IMPROVISADORES, COMPOSITORES, ARRANJADORES, HARMONIZADORES, AQUELES QUE HÁ UM SÉCULO E QUE COM SEUS INSTRUMENTOS FIZERAM O BRASIL DANÇAR, SORRIR, CHORAR, PULAR AO SOM DAS MAIS BELAS INTERPRETAÇÕES. BEM, AGORA É SÓ NO PLAY E VIVA O MUSICO BRASILEIRO
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quarta-feira, 9 de abril de 2014
Dominguinhos
José Domingos de Morais, O Dominguinhos
Garanhuns, 12 de fevereiro de 1941 — São Paulo, 23 de julho de 2013
Foi um instrumentista, cantor e compositor brasileiro. Exímio sanfoneiro, teve como mestres nomes como Luiz Gonzaga e Orlando Silveira. Teve em sua formação musical influências de baião, bossa nova, choro, forró, xote e jazz.
Desde menino José Domingos já se interessava por música, por influência do pai, que lhe deu de presente uma sanfona de oito baixos. Aos seis anos de idade aprendeu a tocar o instrumento e começou a se apresentar em feiras livres e portas de hotéis em troca de algum dinheiro, junto com dois de seus irmãos, Moraes e Valdomiro, formando o trio Os Três Pinguins. No início da formação, tocava triângulo e pandeiro, passando depois a tocar sanfona. Praticava o instrumento por horas a fio e tornou-se um exímio "sanfoneiro", passando a ser conhecido em Garanhuns como "Neném do acordeon"
César Camargo Mariano
Antônio César Camargo Mariano
São Paulo, 19 de setembro de 1943
É um pianista e arranjador brasileiro de renome internacional. É, desde dos 16 anos, profissional da área musical.
Filho de um professor de música, começa a tocar piano por conta própria, e aos quatorze anos passa a ser apresentado como "menino prodígio" em espetáculos em que acompanha bandas de jazz. Em seguida fez amizade com Johnny Alf, que o incentivou a estudar harmonia, arranjo e composição. Logo começa a atuar como profissional na Orquestra de William Furneaux, e em 1962 forma o grupo "Três Américas", que toca em festas e bailes.
No ano seguinte vai para São Paulo e integra o "Quarteto Sabá", com quem grava o primeiro LP. Em seguida vem o "Sambalanço Trio", ao lado de Airto Moreira e Humberto Claiber, que grava um disco com Lennie Dale e ganha prêmios. No fim da década é contratado pela TV Record de São Paulo, onde trabalha como instrumentista e arranjador, e grava discos com seu novo grupo, "Som Três". Participou como jurado de festivais de música da Record.
Nos anos setenta tem início uma bem-sucedida parceria com Elis Regina e logo após casou-se com ela. César atua como diretor musical, produtor e arranjador da cantora, excursionando pelo Brasil e por vários países. Também participa de trabalhos com Chico Buarque, Maria Bethânia, Jorge Ben e outros. Na mesma época, entra no mercado de jingles e canções para cinema e propaganda.
Na década de oitenta César gravou dois discos considerados históricos: "Samambaia", com o guitarrista Hélio Delmiro, e "Voz e Suor", com a cantora Nana Caymmi. Em 1987, sua música instrumental "Mitos" é usada como tema de abertura da telenovela Mandala (telenovela), de Dias Gomes, na Rede Globo. Ainda nesta década, apresenta o programa "Um Toque de Classe", na Rede Manchete.
Foi o primeiro a utilizar teclado sintetizador nos seus arranjos musicais. Continua atuando como arranjador, produtor, compositor e pianista no Brasil até 1994, quando se muda para os Estados Unidos, onde começa a trabalhar com o compositor Sadao Watanabe, que o leva a turnês no Japão. Mesmo nos EUA, continua em contato permanente com os maiores nomes da MPB, dirigindo e produzindo discos e espetáculos.
Jacob do Bandolim
Jacob Pick Bittencourt, O Jacob do Bandolim
Rio de Janeiro, 14 de fevereiro de 1918 — Rio de Janeiro, 13 de agosto de 1969
Foi um músico, compositor e bandolinista brasileiro de choro. Filho do capixaba Francisco Gomes Bittencourt e da polonesa Raquel Pick, morou durante a infância no bairro da Lapa, no Rio de Janeiro.
São de sua autoria clássicos do choro como Vibrações, Doce de Coco, Noites Cariocas, Assanhado e Receita de Samba. Alcançou popularidade ao montar o conjunto Época de Ouro no início da década de 60, que permanece em atividade até hoje.
Morava em uma casa avarandada com jardim em Jacarepaguá (Rio de Janeiro), rodeado pelas rodas de choro e de grandes amigos chorões. Apesar de não ser um entusiasta do carnaval, gostava do frevo. Estudou no Colégio Anglo-Americano e serviu no CPOR; trabalhou no arquivo do Ministério da Guerra, quando já tocava bandolim. Por fim, Jacob fez carreira como serventuário da justiça no Rio de janeiro, chegando a escrivão de uma das varas criminais da capital.
Entre seus ídolos estavam Almirante (compositor), Orestes Barbosa, Noel Rosa, Nonô (pianista, tio de Ciro Monteiro e parente do cantor Cauby Peixoto), Bonfiglio de Oliveira, Pixinguinha, Ernesto Nazareth, Sinhô, Paulo Tapajós, João Pernambuco, Capiba e Luiz Vieira.
Em 1968 foi realizado um espetáculo no Teatro João Caetano (Rio de Janeiro) em benefício do Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro. Com Jacob do Bandolim, A divina Elizeth Cardoso, Zimbo Trio e o Época de Ouro. A apresentação de Jacob tocando a música Chega de Saudade (Tom Jobim/Vinicius de Moraes) foi antológica. Foi lançado álbum com dois longplays (LP) da gravação original do espetáculo, em edição limitada. Foi "guru"[carece de fontes] de Sérgio Cabral (pai do governador do Estado do Rio de Janeiro,Sérgio Cabral Filho), Hermínio Bello de Carvalho, Ricardo Cravo Albin
Teve um casal de filhos, sendo que um deles, era o jornalista polêmico (O Globo, Última Hora) e compositor Sérgio Bittencourt, já falecido. A sua filha Elena Bittencourt preside o Instituto Jacob do Bandolim.
Passou sua última tarde, no bairro de Ramos, em visita a seu amigo compositor e maestro Pixinguinha. Ao chegar à varanda da sua casa cansado e esbaforido, caiu nos braços de sua esposa Adília, já sem vida.
J.Rocha
José Magalhães Rocha, O J.Rocha
Nascido na Bahia, tocava nada menos que 5 instrumentos de cordas, pouco se encontra na internet sobre este excelente músico, é um dos pioneiro da guitarra eletrica no Brasil.
Felpudo
Geraldo Auriene, O Felpudo
Circa 1922 São Paulo, SP
Iniciou a carreira artística tocando na Banda Musical Operária da Lapa, bairro paulistano onde nasceu. A partir de 1943, começou a atuar profissionalmente tocando em conjuntos e orquestras de emissoras de rádios. Ao longo da carreira, atuando com diferentes grupos musicais conheceu e tocou em diversas partes do mundo.Em 1971, integrando a orquestra do Maestro Portinho intitulada "Portinho e sua orquestra escaldante" participou do LP "Fogo nos metais" da gravadora Copacabana no qual foram interpretadas entre outras as músicas "O cafona", de Marcos Valle e Paulo Sérgio Valle, "Ai que saudades da Amélia",de Ataulfo Alves e Mário Lago, "Menina da ladeira", de João Só, e "Esta noite serenou", de Hervé Cordovil. Como músico de estúdio participou ainda da gravação de discos de inúmeros intérpretes. Em 1977, integrou o grupo de choro "Choro Paulistano" com o qual gravou pelo selo Chantecler/Alvorada o LP "Na glória do choro". Nesse disco foram incluídas três composições suas:" Bombardinando", "O chorão", e "Paulistano". Quando do lançamento desse LP, o jornalista e crítico musical Aramis Millarchi em sua coluna musical no jornal O Estado do Paraná, assim se referiu ao instrumentista: "Uma faixa, especialmente, "Bombardinando", de Geraldo Auriene, permite Felpudo e Galhardo mostrarem seu virtuosismo neste instrumento". Em 1978, participou do "Carinhoso - II Festival Nacional do Choro" interpretando juntamente com Evandro do Bandolim e seu regional o choro "Mágoas de um chorão", de Pedro Ferragutti, faixa que foi incluído no LP com as gravações do festival lançado pela Clarck/Bandeirantes Discos.
terça-feira, 8 de abril de 2014
Darcy Barbosa
Darcy Barbosa
Grande Saxofonista, Tocou em varias orquestaras dentre elas Zaccarias, Fon Fon, Columbia entre outras
Nada mais encontrei na rede sobre este músico, vamos esperar por mais dados.....
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