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terça-feira, 30 de junho de 2015

Raul Gagliardi



Raul Gagliardi
Contrabaixista atuante anos 50 no Rio de Janeiro

Palito Miranda



Palito Miranda
Saxofonista Paraguaio que esteve no Brasil no inicio dos anos 60, tocando em algumas orquestras de São Paulo

Renato de Oliveira



Renato de Oliveira
*23/11/1923
+09/11/1980
Renato contribuiu com varios artistas e gravadoras tais como Angela Maria na Copacabana em 1957 e Cauby Peixoto na Columbia em 1956 (é dele o arrnjo e é ele quem Rege a orquestra em Conceição, sucesso de Cauby). Também na Columbia em 1957 arranjou para Doris Monteiro e em 1967 ja quando a Columbia mudou o nome para CBS fez os arranjos e regeu a orquestra para o LP Eu te darei o céu e outros sucessos de Roberto Carlos (Orquestra brasileira de espetaculos- CBS n. 37496 de 1967.

Luiz Avellar



Luiz Avellar
Aos 6 anos iniciou as primeiras aulas de piano com professores particulares como; Vilma Graça, Sónia Maria Vieira, Sérgio Vienna, Leida Swarzman e Marcelo Alvarenga, o que contribuiu para o desenvolvimento da sua maturidade e competências técnicas.
Em 1976, estudou Orquestração na Mannes School of Music em New York. Dois anos mais tarde, Luiz Avellar dá inicio a uma longa trajectória como pianista e arranjador de grandes nomes da música brasileira, entre eles, Djavan, Gal Costa, Simone e Milton Nascimento. Em paralelo, o pianista surge ao lado de variadíssimos nomes do panorama internacional, Billy Cobham, Toots Thielemanns, Enrico Rava, Phil Woods, Ernie Watts, Wayne Shorter, Flora Purim e Airto Moreira, são algumas referências.
Participou na gravação de vários discos com muitos destes artistas, colaborando com composições originais. Em 1994, surge o primeiro disco solo “Bons amigos”, com a participação de Hermeto pascoal, Paulo Moura e Robertinho da Silva, entre outros nomes da música instrumental brasileira. Contabilizam-se na discografia de Luiz Avellar 14 discos, 10 dos quais pertencentes a um projecto de piano em homenagem a vários artistas brasileiros, assim como a colaboração em várias bandas sonoras de filmes e series de TV.
Luiz Avellar tocou em concerto como solista das Orquestras Sinfónicas, enquanto a sua música era executada pela Orquestra Sinfónica do Brasil, estabelecendo assim um intercâmbio permanente entre todas as suas habilidades, desde os ritmos brasileiros, à música clássica até ao jazz. Tornou-se um convidado frequente do Encontro de música Internacional realizado no Rio de Janeiro; “Cello Encounter”, onde a sua execução é elogiada e partilhada por nomes internacionais da música clássica como, Armen Ksajikian, Mats Lidstrom e Eugene Friesen.
Contabilizando mais de 30 anos de carreira, em 2007, Luiz Avellar ruma à Europa para se fixar em Portugal, após uma passagem de alguns meses em Paris, iniciando uma nova etapa, em 2008, com o lançamento do primeiro álbum a solo em terras lusitanas, “Contrastes”.

Louro



Lourival Inácio de Carvalho,O Louro
Compositor∙ Clarinetista, Saxofonista
Popular clarinetista, começou a estudar música na banda da fábrica de tecidos da Companhia Manufatora Fluminense, onde trabalhou, em Niterói. Destacando-se como bom músico, foi convidado a organizar a banda de Rio Bonito, RJ, que passou a reger, com pouco mais de 16 anos de idade. Também atuou como mestre de banda do Grupo Vinte e Um de Abril, na cidade de Capivari, perto de Campos, época em que tornou-se conhecido por criar uma adaptação para o tema popular do Urubu Malandro. Deixando a banda, organizou o Grupo do Louro e passou a tocar em festas, bailes, teatros e cinemas do Rio de Janeiro e de Niterói. A partir de 1913 realizou com seu grupo dezenas de gravações para Casa Edison, tocando choros, sambas, polcas, mazurcas, schottischs e maxixes de sua autoria, além de composições de Anacleto de Medeiros, Ernesto Nazareth, Azevedo Lemos, José Belisário, Otávio Dutra, Donga, Benedito Montes, entre outros. As gravações de Urubu Malandro e Moleque Vagabundo foram seus maiores sucessos. Na década de 1920 o Grupo do Louro foi presença cativa na Festa da Penha ao lado dos grupos de Caninha, Pixinguinha, Donga e Sinhô.

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Paulinho Bellinati



Paulo Bellinati 
São Paulo, 22 de setembro de 1950
violonista, guitarrista, compositor e arranjador brasileiro. Iniciou seus estudos de violão com o pai na infância. Teve aulas de violão erudito com Isaías Sávio e formou-se no Conservatório Dramático e Musical de São Paulo. Morou de 1975 a 1980 na Suíça, onde prosseguiu seus estudos no Conservatório de Genebra e lecionou no Conservatório de Lausanne.
Em sua discografia, além de discos com o grupo Pau Brasil, do qual fez parte da formação original e também da atual, estão os álbuns “Garoto” (1986, Discos Marcus Pereira); “Violões do Brasil” (1990, Crescente); “The Guitar Works of Garoto” (1991, GSP); “Serenata - Choros & Waltzes of Brazil” (1993, GSP); “Afro-Sambas”, com a cantora Mônica Salmaso (1996, Pau Brasil); "Lira Brasileira" (1997, GSP) e o DVD “Paulo Bellinati Plays Antonio Carlos Jobim” (2002, Mel Bay).
Como arranjador, trabalhou com Leila Pinheiro, Edu Lobo, Vânia Bastos e Gal Costa. Como compositor foi premiado em 1988 por sua música “Jongo”, gravada por John Williams. Como professor lecionou guitarra no Festival de Inverno de Campos de Jordão, apresentando-se no auditório Camargo Guarnieri, entre seus alunos o músico Denner Datti.