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domingo, 10 de agosto de 2014

Botinão


Sebastião José Gilberto, O Botinão
26/12/1028 - SP
Trompetista muito atuante nos anos 50, 60 vale a pena ouvir essa rara gravação dele como solista

Mazzola



Renato Augusto Menconi, O Mazzola
Mais um grande músico (Saxofonista e Flautista), sem informações na rede, sabe se que tocou no quinteto de Luiz loy e participou de algumas gravações nos anos  60
 

Wagner Tiso



Wagner Tiso Veiga
Três Pontas, 12 de dezembro de 1945
É um músico, arranjador, regente, pianista e compositor brasileiro de formação erudita.
Tiso aprendeu teoria musical com Paulo Moura e especializou-se em teclados. Participou do conjunto Sambacana em 1964 e dois anos depois foi trabalhar com o antigo mestre. Acompanhou diversos artistas, como Cauby Peixoto, Ivon Cury, Maysa e Marcos Valle. Em 1970 entrou para a banda Som Imaginário, que acompanhava as apresentações de Milton Nascimento.
Integrante do Clube da Esquina, logo começou a fazer sucesso no exterior, apresentando-se em Atenas e Montreux, e também acompanhando não só Milton, como também de Flora Purim, Ron Carter e Airto Moreira.
Nos anos 70, foram dele os arranjos para Gonzaguinha, Paulo Moura, Johnny Alf, MPB-4, Dominguinhos, o próprio Milton e outros.
 

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Rubinho Barsotti



Rubens Alberto Barsotti, O Rubinho
 16/10/1932 São Paulo
Autodidata, especializou-se em seu instrumento ouvindo discos de jazz. Estudou na Faculdade de Direito, mas abandonou o curso em 1964 para dedicar-se à música.
Iniciou sua carreira artística participando de canjas com outros bateristas. Trabalhou com o pianista e acordeonista belga Rudy Wharton, atuando em rádio, televisão, concertos e excursões por várias capitais brasileiras.
Apresentou-se em bailes com os conjuntos de Robledo (pianista argentino), Walter Wanderley, Moacyr Peixoto, Pedrinho Mattar e Pocito Perez, além da orquestra do maestro Enrico Simonetti.
Participou de todos os Festivais de Jazz, em São Paulo, juntamente com Wilson Curia, Heraldo do Monte e Luiz Chaves, e no Rio de Janeiro, com Izzio Gross, Moacyr Peixoto e Dick Farney, tendo sido contemplado com o prêmio de Melhor Baterista no programa "Em tempo de jazz".
Em homenagem a George Gershwin, participou de gravações com Dick Farney para o Jazz After Midnight e do primeiro Concerto de Jazz de São Paulo com o grupo de Moacyr Peixoto.
Gravou o disco "Brazilian Jazz Quartet", ao lado de Moacyr Peixoto (piano), Casé (saxofone) e Luiz Chaves (contrabaixo).
Integrou o octeto do saxofonista Al Beleto (Orquestra de Woody Hermann) para apresentações em São Paulo e a gravação do disco "Beleto And His Brazilian Brothers", em 1958.
No ano seguinte, tocou em Punta Del Leste, com o conjunto de Vadeco e Odilon.
De volta ao Brasil, formou um grupo com Dick Farney e Chu Viana para atuar no Claridge Hotel e no Farney's Bar.
Em 1960, viajou para o Uruguai e a Argentina com o cantor Agostinho dos Santos. Em seu retorno, teve um breve convívio com o baterista Buddy Rich.
Em 1961, participou de um noneto, apresentando-se em Montevidéu (Auditório Monte Carlo e Night Club Tabaris), em Punta Del Leste (Casino Nogaro) e em Buenos Aires (Feira Internacional).
De 1960 a 1962, trabalhou com Pedrinho Mattar e Chu Viana, no programa "Brasil 60" (TV Excelsior), comandado por Bibi Ferreira, além de ter atuado em um programa exclusivo chamado Trio.
Em 1961, apresentou-se com Tommy Flanangan (piano), Ben Tucker (contrabaixo), Kenny Dorhan (trompete) e com os saxofonistas Zoot Sins e Al Cohn, que faziam parte do grupo American Jazz Festival.
No ano seguinte, participou, ao lado de Luiz Melo, Heraldo do Monte e Luiz Chaves, de uma temporada na Boite Djalma Ferreira, além de excursionar pelo Brasil com Luiz Chaves e César Camargo Mariano.
Em 1963, convidado pelo pianista Fred Feld, viajou em turnê com Luiz Chaves para Portillo (Chile). De volta ao Brasil, os dois instrumentistas passaram a tocar com o pianista Moacyr Peixoto, na Boite Baiúca.
Em 1964, formou, com Amilton Godoy (piano) e Luís Chaves (contrabaixo), o Zimbo Trio, com o qual atua desde então.
Em 1973, fundou, com os demais integrantes do Zimbo Trio a escola de música CLAM (Centro Livre de Aprendizagem Musical), onde desenvolve um importante trabalho na formação de novos músicos.
Ao longo de sua trajetória, participou de trabalhos de Oscar Peterson e Joe Pass, Tommy Flanagan, Bem Tucker, Zoot Sins, Jay Migliori, Joe Romano, Roger Delillo, Herb Ellis, Gato Barbieri, Kenny Dorhan e Stan Getz, entre outros.
 

Clayber



Humberto Clayber de Souza 
É um compositor e músico brasileiro.
Nasceu em outubro de 1937.
Ele foi considerado um dos melhores baixista da Bossa Nova em 1960 e, na verdade, é aclamado como um dos melhores gaitistas do mundo. Ele tocou com muitos artistas famosos ao longo de sua carreira, como Cesar Camargo Mariano, Airto Moreira, Hermeto Pascoal e Manfredo Fest.
Humberto Clayber ou Clayber de Souza, começou sua carreira musical quando tinha 8 anos de idade. Nesse período, ele tocou na banda da Rádio Cultura e, como membro desse grupo, ele fez seus primeiros shows. Em 1956, ele trabalhou para Hering Harmônicas. Com Zezinho Lima e Raymundo Paiva, ele tocou em São Paulo e outras cidades próximas. Na verdade, ele é o responsável por popularizar a gaita ao redor do Brasil, especialmente em São Paulo
Na década de 1960, ele se juntou a alguns grupos de samba-jazz. Primeiro, em 1963, ele tocou com Manfredo Fest trio, Como baixista, gravou o álbum de estreia do pianista : Bossa nova, nova bossa. Um ano mais tarde, ele se juntou Sambalanço Trio, com Cesar Camargo Mariano e Airto Moreira. Com esse grupo, gravou cinco álbuns. No entanto, em 1965, Sambalanço Trio se desfez Assim, com Moreira e Hermeto Pascoal, ele formou Sambrasa Trio.
Ele também tocou no Sambossa 5, no final da década de 1960, e no Jongo Trio (com Paulo Roberto e Toninho), no início da década de 1970
Na década de 1970, Clayber parou de tocar baixo e decidiu tocar apenas gaita. Então, anos mais tarde, ele foi considerado um dos melhores harmonicists do mundo, recebendo um diploma por Fábrica de Gaitas Hohner,
Ele é muito famoso em todo o mundo. Ele já tocou para a Rainha do Reino Unido, no Palácio de Buckingham, e para Yasser Arafat. Ele ainda toca em vários eventos ao redor do Brasil e do mundo.

Claudio Bertrami



Claudio Bertrami
Claudio Bertrami
*21-06-1947 Tatuí-SP
+02-03-2002 em Tatui
O paulista Cláudio Bertrami é considerado um dos pioneiros no baixo fretless (sem trastes) e picolo (escala curta com cordas finas afinadas uma oitava acima do normal) no Brasil. Cláudio possuía um estilo próprio de executar música brasileira com swing e precisão no baixo sem trastes. Acometido por um derrame que paralisou seu lado esquerdo integralmente em 1986, Cláudio dedicou-se ao desenvolvimento de métodos de ensino e lecionou até falecer em 2002 na cidade de Tatuí onde residia com a família. Ficam como legado seus discos, principalmente os raríssimos discos com o grupo Medusa “Medusa” e “Ferrovias”.