POR AQUI DESFILARÃO VERDADEIROS GENIOS DA MÚSICA INSTRUMENTAL DO BRASIL DE TODOS OS TEMPOS , ATRAVÉS DESTE BLOG VOCES CONHECERÃO GRANDES INSTRUMENTISTAS, SOLISTAS, IMPROVISADORES, COMPOSITORES, ARRANJADORES, HARMONIZADORES, AQUELES QUE HÁ UM SÉCULO E QUE COM SEUS INSTRUMENTOS FIZERAM O BRASIL DANÇAR, SORRIR, CHORAR, PULAR AO SOM DAS MAIS BELAS INTERPRETAÇÕES. BEM, AGORA É SÓ NO PLAY E VIVA O MUSICO BRASILEIRO
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segunda-feira, 19 de maio de 2014
Paulinho Magalhães
Paulinho Fernando de Magalhães
Nascido por volta de 1930, no Rio de Janeiro, Paulinho gravou varios discos no final dos anos 50 e acompanhou varios artistas no melhor momento da Bossa Nova
sexta-feira, 16 de maio de 2014
Norato
Antônio José da Silva, O Norato
24/2/1924 Minas Gerais
Instrumentista.
Estudou trombone com seu pai, Sebastião Honorato da Silva.
Em 1949, iniciou a carreira artística como trombonista da orquestra do maestro Cipó, tendo se destacado como solista. Realizou gravações com o maestro Cipó. Em 1952, fex excursão ao Uruguai. Em 1954, começou a trabalhar na orquestra da Rádio Record de São Paulo. Em 1955, passou a atuar na Orquestra de Enrico Simonetti com a qual participou de gravações de artistas como Elza Laranjeiras na Copacabana e Cidália Meireles, Maysa, Agostinho dos Santos e Roberto Luna, na RGE. No mesmo ano, fez excursão a Argentina. Em 1957, depois de deixar a Rádio Record, ingressou na Orquestra Sinfônica Brasileira, na qual permaneceu durante três anos. Em 1962, atuou na orquestra da Rádio Nacional do Rio de Janeiro. No mesmo ano, participou do disco "Festa dentro da noite", de Vadico, lançado pela gravadora Festa. Em 1963, passou a atuar na orquestra da TV Excelsior, do Rio de Janeiro. No mesmo ano, passou a integrar a orquestra da gravadora RCA Victor tendo participado de gravções de, entre outros, Alaíde Costa, Ivon Curi, Linda Batista e Jorge Goulart. Em 1965, deixou a RCA Victor e voltou a atuar na orquestra do Maestro Cipó. Entre 1966 e 1967, exibiu-se inúmeras vezes, aos sábados, no club de Jazz e Bossa convidado pelo crítico R. C. Albin em inúmeras boates cariocas. Em 1967, atuou como trombonista da Orquestra Sinfônica Naciona e fez apresentações no programa "Concertos Sinfônicos", apresentados pela TV Globo do Rio de Janeiro. Em 1969, realizou uma excursão à Europa e tocou na Alemanha Ocidental, na Itália, em Portugal e na Suiça. Em 1970, passou a trabalhar na orquestra Odeon. Em 1972 lançou como solista o LP "Trombone ao sol", para o qual também fez os arrannjos. A partir daí foi diminuindo cada vez mais suas participações em discos e shows.
Ao longo de sua carreira artística, atuou nas seguintes orquestras: 1949: Orquestra do Maestro Carioca. Solista da Orquestra e Conjunto do Maestro Cipó; 1954: Orquestra da Rádio Record (SP); 1955: Orquestra Simonetti, com a qual excursionou pela Argentina;
1957 a 1960: Orquestra Sinfônica Brasileira; 1962: Orquestra da Rádio Nacional (RJ); 1963: Orquestra da TV Excélsior e a da RCA Victor; 1965: Orquestra do Maestro Cipó; 1967: Orquestra Sinfônica Nacional;
1970: Orquestra Odeon. Em 1951, realizou sua primeira gravação em estúdio, com Waldir Azevedo e seu Regional em estúdio: o choro, "Pisa mansinho" (Jorge Santos). No ano seguinte, destacou-se como solista no LP "Assim eu danço", com o Maestro Cipó. Gravou, em 1955, uma música de sua autoria "Férias em bicas", tendo também composto "Treze listas", entre outras. Em 1962, atuou com Vadico na gravação do LP "Festa dentro da noite". Cinco anos depois, participou dos Concertos Sinfônicos da TV Globo (RJ). Em 1969, viajou para a Europa, apresentando-se na Itália, Portugal, Suíça e República Federal da Alemanha. Três anos depois, lançou o LP "Trombone ao sol", atuando como solista e arranjador
quinta-feira, 15 de maio de 2014
Luís Bittencourt
Luís Gonzaga Bittencourt
6/5/1915 Rio de Janeiro, RJ
Compositor. Violonista. Guitarrista
Filho do violonista Antonio Lourenço Bittencourt e de Laura Augusta Bittencourt. Estudou violão com o pai. De 1967 a 1975, exerceu cargos na Ordem dos Músicos do Brasil. Em 1961, passou a integrar a Orquestra Sinfônica Nacional.
[Estreou no rádio em 1930, na antiga Educadora do Brasil, hoje Tamoio. Por essa época, atuou também no famoso programa da Philips "Horas do outro mundo", de Renato Murce. Participou como violonista de várias orquestras e conjuntos, dentre os quais o Conjunto Regional RCA Victor, Conjunto Regional Guanabara, o Regional de Dante Santoro, de Benedito Lacerda e o de Rogério Guimarães. Participou, também, da Orquestra do Cassino da Urca e do Conjunto Chiquinho e seu ritmo. Atuou na Rádio Nacional durante muitos anos. Sua primeira composição gravada foi "Lua triste", registrada em 1936 por Sílvio Caldas na Odeon. Trabalhou na Continental e Todamérica. Entre 1953 e 1961, atuou como diretor artístico na Sinter e na Philips, tendo sido também um dos mais destacados produtores da Musidisc e da Nilser. Como compositor, teve cerca de 130 músicas gravadas, dentre as quais "Nova ilusão", com José Meneses, e o samba-canção "Aquelas palavras", com Benny Wolkoff, ambos sucessos de 1948. Destacam-se ainda "A grande verdade", com Marlene, "Se você não tem amor", "Aquelas palavras", e o bolero "Afinal", uma parceria com Ismael Netto, sucesso no ano de 1951, gravado por Heleninha Costa na Sinter.
Em 1954, Albertinho Fortuna gravou a valsa "Ronda dos bairros", parceria com Fernando Jacques na Continental. No mesmo ano, gravou com seus solistas a valsa "Vaya com Dios", de Russel, Inez James e B. Pepper, o choro "De mansinho", de Radamés Gnatalli, o vira "Êta! Viradinho bom...", parceria com José Menezes e a valsa "Ronda dos bairros". Ainda no mesmo período, acompanhou com seu conjunto as gravações da valsa "Faz um ano" por Maria Neide e Joel de Almeida, do baião "Dança gostosa", por Maria Neide e do samba "Mais um samba popular" e o bolero "Não sei porque" por Ana Cristina. No ano seguinte, José Menezes e Seu Conjunto gravou o samba "Violão nagafieira", parceria dos dois. Em 1957 compôs com Luiz de França o samba "Que Deus me castigue", gravado por Neusa Maria e com Luiz Bandeira a marcha "Vamos saravá", gravada por Humberto Martins. No mesmo ano, José Menezes gravou com seu quarteto, da parceria dos dois, o "Bolero napolitano". Em 2003, teve o samba-canção "A grande verdade", com Marlene regravado pela cantora Marion Duarte no CD "Fonte de energia".
Evandro do Bandolim
Evandro do Bandolim
Josevandro Pires de Carvalho (João Pessoa, 19 de março de 1932 — São Paulo, 30 de outubro de 1994), conhecido como Evandro do Bandolim, foi um compositor e bandolinista brasileiro de choro.
Com 13 anos já freqüentava as rodas de choro, ao lado de seu professor Luperce Miranda. Gravou cerca de vinte discos. Teve um disco editado na França ("Le Bandolin Brésilien par Evandro").1 2
Foi convidado a participar de gravações e shows com músicos brasileiros de renome como Altamiro Carrilho, Elza Soares, Elizeth Cardoso, Emilinha Borba, Inezita Barroso, Jamelão, Moreira da Silva, Nélson Gonçalves e Sivuca.1 2
Desde a segunda metade dos anos 1960 na cidade de São Paulo, Evandro e Seu Regional, juntamente com o Conjunto Atlântico, de Antonio D'Áuria e, depois, Isaías e seus Chorões, destacaram-se entre os grupos na defesa do choro na Pauliceia. Evandro do Bandolim foi um notável nome das noites da cidade trabalhando, por exemplo, no boêmio Bar Jogral. Gravou pelo selo Marcus Pereira, dedicado à cultura brasileira. À época, nos anos 1970 e 80, tomou parte de vários programas televisivos, especialmente aqueles produzidos na TV Cultura, sob o comando de Julio Lerner e Fernando Faro. Deu aulas de instrumento na tradicional Loja Del Vecchio. Pelo seu regional passaram vários músicos importantes como Manoelzinho da Flauta, José Pinheiro do violão, Lucio França, cavaquinho, Silvio Modesto, ritmo, José Reli, pandeiro, Luizinho 7 cordas, entre outros. Tomou parte na apresentação gravada ao vivo no Ópera Cabaré - SP - em 30/12/1978, no LP RGE de Cartola "CARTOLA - SEU ÚLTIMO SHOW AO VIVO".3
Após o seu falecimento, o espaço onde se pratica há anos uma roda de choro na Contemporânea, no bairro de Santa Ifigênia, foi batizado de Sala Evandro do Bandolim em sua homenagem. É um dos mais importantes redutos do choro paulista
terça-feira, 13 de maio de 2014
Cyro Pereira
Cyro Pereira
Cyro Marin Pereira (Rio Grande, 14 de agosto de 1929 - São Paulo, 9 de junho de 2011) foi um maestro, compositor, arranjador e pianista brasileiro.
Cyro Pereira escreveu seu primeiro arranjo orquestral em 1947. Lecionou a disciplina orquestração na UNICAMP e foi o maestro da Orquestra Jazz Sinfônica. Era diretor de orquestra dos antigos festivais da Rede Record e participou de programas como "O Fino da Bossa", apresentado por Elis Regina e Jair Rodrigues.
Faleceu aos 81 anos, vítima de câncer. Sua trajetória musical está relatada na biografia Cyro Pereira, Maestro, escrita pelo jornalista Irineu Franco Perpétuo.
Carlinhos Mafasoli
Carlos Mafasoli Filho
Pianista, acordeonista e Organista muito atuante nos anos 50, 60, 70, gravou dezenas de discos, mas pouca coisa encontrei na rede.
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