POR AQUI DESFILARÃO VERDADEIROS GENIOS DA MÚSICA INSTRUMENTAL DO BRASIL DE TODOS OS TEMPOS , ATRAVÉS DESTE BLOG VOCES CONHECERÃO GRANDES INSTRUMENTISTAS, SOLISTAS, IMPROVISADORES, COMPOSITORES, ARRANJADORES, HARMONIZADORES, AQUELES QUE HÁ UM SÉCULO E QUE COM SEUS INSTRUMENTOS FIZERAM O BRASIL DANÇAR, SORRIR, CHORAR, PULAR AO SOM DAS MAIS BELAS INTERPRETAÇÕES. BEM, AGORA É SÓ NO PLAY E VIVA O MUSICO BRASILEIRO
Slide
Pesquisar
segunda-feira, 12 de maio de 2014
Esdras
Esdras Pereira da Silva, O Esdras
Nada encontrei na rede sobre este músico, sómente que em 1953 formou um conjunto de craques com Tom Jobim no Piano, Juca na Bateria, Ribamar no acordeon e Guarani na percussão e Esdras na guitarra.
domingo, 11 de maio de 2014
Gamela
Sidney Barros, O Gamela
1943-2013
Nascido em Barretos, no interior de São Paulo, Mestre Gamela começou a tocar violão aos 17 anos.
Autoditada, ele se inspirou na obra de Luis Bonfá e João Gilberto. Exímio violonista, ele integrou orquestras em São José do Rio Preto (SP).
O músico teve oportunidade de acompanhar, profissional ou informalmente, alguns dos maiores intérpretes de nossa música, como Dalva de Oliveira, Maysa, Agostinho dos Santos, Ivon Cury, Carlos Galhardo, Nelson Gonçalves e Cauby Peixoto. Ele também tocou ao lado de instrumentistas como Baden Powell e Maurício Einhorn.
Mestre Gamela desenvolveu por 10 anos o próprio método de ensino de violão solo, intitulado “A Arte do Violão Solo”. Ele iniciou artistas como Cássia Eller, Rosa Passos, Dado Villa-Lobos,
Zélia Duncan e Nelson Farias.
Victor Manga
Victor Drolhe da Costa, O Victor Manga
Instrumentista (baterista).
23/7/1939 Rio de Janeiro, RJ
13/8/1970 Rio de Janeiro, RJ
Iniciou sua carreira profissional em 1960, atuando em várias boates do Beco das Garrafas, no Rio de Janeiro.
Em 1965, integrou, ao lado de Dom Salvador (piano) e Edson Lobo (baixo), o Salvador Trio, com o qual gravou disco homônimo para o selo Mocambo.
Em 1968 e 1969, fez parte do conjunto A Turma da Pilantragem, ao lado de Nonato Buzar e das cantoras Regininha, Málu Balonna e Dorinha Tapajós, e dos músicos Zé Roberto Bertrami (piano), Alexandre Malheiros (baixo), Márcio Montarroyos e Ion Muniz (sopros), entre outros. Gravou com o grupo os LPs "A Turma da Pilantragem" (1968), "A Turma da Pilantragem" (1969) e "A Turma da Pilantragem Internacional" (1969).
Ainda em 1969, passou a integrar, ao lado de Antonio Adolfo (piano), Luís Cláudio Ramos (guitarra), Luizão Maia (baixo) e das cantoras Bimba e Julie (depois substituída por Luiz Keller), o grupo A Brazuca, com o qual participou do IV Festival Internacional da Canção, classificando a canção "Juliana" (Antonio Adolfo e Tibério Gaspar) em 2º lugar no evento. Gravou com o conjunto os LPs "Antonio Adolfo e A Brazuca" (1969) e "Antonio Adolfo e A Brazuca 2" (1970).
Faleceu prematuramente no dia 13 de agosto de 1970.
Lyrio Panicalli
Lyrio Panicalli
26/6/1906 Queluz, SP
29/11/1984 Niterói, RJ
Considerado um dos grandes maestros da Era de Ouro da Rádio Nacional do Rio de Janeiro. De origem italiana, sempre frequentou ao começo de sua carreira os teatros Lírico e Municipal onde ia acompanhado muitas vezes por Lamartine Babo.
Em 1922, morando no Rio de Janeiro, ingressou no Instituto Nacional de Música. Em 1926, atuou como maestro e pianista da Companhia Negra de Revistas na revista "Preto e branco", de Wladimiro di Roma no teatro Rialto. Compôs, com Lamartine Babo, a canção "Saias curtas", um charleston editado ao começo da carreira de ambos, em 1927, e ainda o samba "Cai n'água". Viajou para Queluz por questões familiares, organizando bandas e coros na cidade. Mudou-se novamente para São Paulo, onde trabalhou na Rádio Bandeirante de São Paulo. Em 1928, teve a valsa "Raios de um olhar", com Lamartine Babo, gravada por Vicente Celestino na Odeon. Em 1937, seu fox-trot "Não voltes para mim" foi gravado por Cida Tibiriça em disco Columbia. Em 1938, voltou para o Rio de Janeiro, contratado da Rádio Nacional, onde estreou no programa "Canção antiga", de Almirante. Formou a Orquestra Melódica Lyrio Panicali e começou a compor temas musicais para as novelas transmitidas pela emissora, destacando-se as valsas "Encantamento" e "Magia", em parceria com Raimundo Lopes, e "Ternura", com Amaral Gurgel. Ainda nesse ano, compôs sua primeira trilha sonora para o cinema para o filme "Aves sem ninho", de Raul Roulien. Em 1942, gravou o primeiro disco com sua orquestra interpretando o samba "Vale do Rio Doce", de Alcyr Pires Vermelho e David Nasser. Em 1943, escreveu a trilha sonora para o filme "Moleque Tião", de José Carlos Burle. Em 1946, participou na Odeon juntamente com Eduardo Patané da gravação das canções "Deslumbramento", de Antônio Rago e Raimuno Lopes e "Minha terra", clássico de Waldemar Henrique, feitas por Francisco Alves. Em 1947, fez a trilha sonora para o filme Este mundo é um pandeiro", de Watson Macedo. Em 1948, acompanhou com sua orquestra a gravação do bolero "Para que recordar", feita por Francisco Alves para a Odeon. Em 1950, Dick Farney gravou seu samba-canção "Naquele tempo", parceria com Klécius Caldas e Ari Ferreira, na flauta, gravou o choro "Ari no choro" na Sinter. Foi um dos fundadores da Sinter, ainda nesse ano, atuando também como diretor artístico da gravadora. Também nesse ano, gravou na Sinter com sua orquestra as canções "Canção de aniversário" e "Maringá", de Joubert de Carvalho e o samba-canção "Somos dois", de Klécius Caldas, Armando Cavalcanti e Luiz Antônio. Nesse mesmo ano, acompahou com sua orquestra gravações de Dick Farney, Os Cariocas, Heleninha Costa, Geraldo Pereira, Irmãs Meireles e Ari Ferreira. Ainda em 1950, gravou seu primeiro LP, intitulado "Orquestra Melódica de Lyrio Panicali". Em 1951, José Menezes gravou no violão elétrico a valsa "Um domingo no jardim de Alá", Mary Gonçalves o bolero "Aquele beijo", parceria com Claribalte Passos e Sílvio Caldas o samba Leonor, com Claribalte Passos e Marino Pinto. Nesse ano, com seu conjunto de boite acompanhou as cantoras Mary Gonçalves nos sambas-canção "Penso em você" e "Só eu sei", de Paulo Soledade e Fernando Lobo e Zezé Gonzaga no samba-canção "Foi você", de Paulo César e Ênio Santos e no bolero "Canção de Dalila", de Young e Clímaco César. Fez ainda acompanhamento com sua orquestra para gravações de Ernâni Filho, Neusa Maria e Zezé Gonzaga. Em 1952, sua valsa "Um domingo no jardim de Alah" e o beguine "Enquanto houver" receberam letras de Evaldo Rui e foram gravadas por Lenita Bruno. Nesse ano, gravou com sua orquestra os beguines "Jezebel", de Shanklin e "Dor de recordar", de Joubert de Carvalho. Também nesse ano, acompanhou com sua orquestra gravações de Bill Farr, Ester de Abreu, Roberto Paiva e Carlos Augusto. Em 1953, fez a trilha sonora para o filme "Dupla do barulho", de Carlos Manga e no ano seguinte, para "Nem Sansão, nem Dalila", também de Carlos Manga. Também em 1953, Carolina Cardoso de Menezes regravou a valsa "Um domingo no Jardim de Alah" e José Meneses gravou o choro "Vai ou não vai?", parceria com Paulo César. Ainda no mesmo ano, gravou com sua orquestra o beguine "Limelight", de Charles Chaplin e o baião "Ana", de Giordano e Vatro. Por essa época, criou na Rádio Nacional com o radialista Paulo Roberto o programa "Lira de Xopotó", sobre bandas do interior. O programa motivou a gravação des discos homônimos, com um repertório de músicas regionais. Ainda em 1954, gravou com sua orquestra acompanhando Edu da Gaita o fox-slow "Ruby" e a valsa "Numa pequena cidade espanhola". Teve ainda os dobrados "Dobrado Francisco Sena Sobrinho" e "Sonhador" gravados pela Lira do Xopotó. Em 1955, suas valsas "Magia", parceria com Raimundo Lopes e "Valsa da formatura", com Claribalte Passos, foram gravadas por Jorge Goulart, o samba-canção "Mentiras de amor", com Paulo César, foi gravado pela Orquestra Tabajara e o samba "A procura do samba", com Chico Anisio, pela cantora Eliana, todas na Continental. No mesmo ano, a Lira de Xopotó gravou seu dobrado "Mocinha do circo" e seu maxixe "Arregaça a saia". Em 1956, gravou com sua orquestra a "Valsa de uma cidade", de Antônio Maria e Ismael Neto e a marcha "Cidade maravilhosa", de André Filho. Nesse ano, a Lira de Xopotó gravou a polca "Julieta" e a valsa "Saudade de Queluz", de sua autoria. Em 1957, gravou na Polydor o samba-canção "Naquele tempo", de sua parceria com Klécius Caldas e o samba "Maracangalha", de Dorival Caymmi. Nesse ano, seu dobrado "13 de maio" e seu choro "Arnaud no choro" foram gravados pela Lira de Xopotó. Em 1959, gravou na Columbia com o nome de "Lyrio Panicali, seu piano e seu ritmo" o samba "Just young", e L. S. Roberts e a rumba calipso "Always and forever", de Millet e Gold. Nesse ano, Lana Bittencourt gravou seu samba "Amor sem repetição", parceria com Ester Delamare Em 1960, fez alguns dos arranjos para o LP "Carinho e amor", lançado por Tito Madi e Ribamar. Ainda nesse ano, gravou com sua orquestra acompanhando o cantor Tito Madi o compacto duplo "Amor para três" e dirigiu a orquestra no LP "Canção os olhos tristes" o mesmo cantor. No ano seguinte, fez os arranjos para o LP "Sonho e esperança", de Tito Madi. Atuou como maestro contratado da Rádio MEC. Escreveu arranjos para artistas de diversas gravadoras, com destaque para Cauby Peixoto, Sérgio Murilo e Tito Madi, do cast da Columbia, e para várias orquestras como a Orquestra Zaccarias. Na década de 1960, participou de trilhas sonoras de novelas de televisão, registradas no LP "Panicali e as novelas", lançado pela Odeon. Em 1963, fez a direção musical do LP "As grandes escolas de samba com orquestra e coro" com gravações dos sambas enredo "Chica da Silva", "Rio dos vice reis", "Mestre Valentim", "Relíquias da Bahia", "Palmares", "Tristeza no carnaval", "Mauá e suas realizações", "Vem do morro" e "Toda prosa". Em 1964, fez os arranjos e regeu a orquestra na gravação dos sambas "Mais valia não chorar", de Normando e Ronaldo Bôscoli; "Ela diz que estou por fora", de Orlan Divo; "Samba de negro", de Roberto Corrêa e Sylvio Sion; "Jeito de sofrer", de Wilson Simonal e José Luiz; "Ela vai, ela vem", de Ronaldo Bôscoli e Roberto Menescal, e "Inútil paisagem", de Tom Jobim e Alysio de Oliveira, no LP "A nova dimensão do samba" lançado por Wilson Simonal, pela Odeon.Na contra capa do LP, assim falou o crítico Sérgio Lobo sobre a faixa "Samba negro": "O lado A finaliza com a composiçãoi "Samba negro", de Roberto Corrêa e Sylvio Son, para o qual Lyrio Panicali escreveu um de seus arranjos mais inspirados e sugestivos. O "break" do baterista no final é um autêntico achado".
Sílvio Mazzuca
Sílvio Mazzuca
Sílvio Mazzuca (cidade de São Paulo, 21 de maio de 1919 — São Paulo, 22 de janeiro de 2003) foi um maestro, pianista, compositor e arranjador brasileiro.
Cresceu no bairro paulistano do Bexiga. Começou a aprender piano aos 17 anos, com Helena de Aquino e Silva. Nos anos 1940, estudou harmonia com Savino de Benedictis.
Luís Carlos Vinhas
Luís Carlos Vinhas
Luís Carlos Parga Rodrigues Vinhas, mais conhecido como Luís Carlos Vinhas (Rio de Janeiro, 19 de maio de 1940 — Rio de Janeiro, 22 de agosto de 2001) foi um pianista e compositor brasileiro.
Vinhas foi um dos gandes expoentes da bossa nova, movimento musical urbano carioca surgido em 1957. Trabalhou como pianista no Beco das Garrafas, além de participações nos discos de Elis Regina, Quarteto em Cy, Jorge Benjor, Maria Bethania, entre outros. Formou também um dos primeiros conjuntos musicais deste período, o Bossa Três, o qual, em 1966, com Leny Andrade e Pery Ribeiro nos vocais, foi rebatizado de Gemini V .
Assinar:
Postagens (Atom)



