POR AQUI DESFILARÃO VERDADEIROS GENIOS DA MÚSICA INSTRUMENTAL DO BRASIL DE TODOS OS TEMPOS , ATRAVÉS DESTE BLOG VOCES CONHECERÃO GRANDES INSTRUMENTISTAS, SOLISTAS, IMPROVISADORES, COMPOSITORES, ARRANJADORES, HARMONIZADORES, AQUELES QUE HÁ UM SÉCULO E QUE COM SEUS INSTRUMENTOS FIZERAM O BRASIL DANÇAR, SORRIR, CHORAR, PULAR AO SOM DAS MAIS BELAS INTERPRETAÇÕES. BEM, AGORA É SÓ NO PLAY E VIVA O MUSICO BRASILEIRO
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quarta-feira, 22 de abril de 2015
Gerson Milani
Gerson Milani
Saxofonista, fez parte da orquestra do Maestro Osmar Milani, seu irmão.
Ouça Moonglow com Gerson Milani ( Sax Baritono ), Bolão e Orlando (Sax Tenor), Franco e Severino (Sax Alto), Boneca no Baixo, Chiquinho no Piano, Nei na Bateria e muitos outros.
Santos
Enedyr Santos Araújo
Pistonista famoso nos anos 50, tocou e gravou com Dick Farney, existiu um trompetista chamado Enedyr Santos, talvez se trate do mesmo músico, quem sabe algum leitor possa nos ajudar?
Mário Edson
Mário Edson
Pianista atuante nas noites de São Paulo, tocou com varios nome sda MPB, por enquanto nada no google. Piano - Mário Edson - Auditório Ibirapuera Ana Cañas - La vie en rose
Guru
Benedito Chaves, O Guru
Instrumentista (Violonista). Compositor. Ficou também conhecido com o nome de Guru.
Estreou em discos em 1929, pela Columbia, quando gravou ao violão a "Marcha Columbia", de sua autoria, a "Serenata de Toselli", com arranjos seus, a canção "Uma lágrima", de Sangrega, e o maxixe "Som de carrilhões", de João Pernambuco. No mesmo ano, gravou ao violão os tangos "Homem encantador", de Belmácio Pousa Godinho e "Recuerdo", de Tarrega, além das canções "Geni" e "Lorena", de sua autoria.
Foi contratado pela Odeon em 1931 quando gravou de sua autoria a cena cômica "Em São José do Pito Aceso", e a marcha "Siqueira Campos", homenagem ao tenente Siqueira Campos, um dos 18 heróis do Forte de Copacabana. No mesmo ano, gravou ao violão os cateretês "Tremolo" e "Cateretê mineiro", ambos de sua autoria.
Deixou seis discos gravados pelas gravadoras Columbia e Odeon, com sete composições de sua autoria.
segunda-feira, 20 de abril de 2015
Célio Balona
Célio Balona Passos
17/12/1938 Visconde do Rio Branco, MG
Instrumentista (pianista, tecladista, acordeonista e vibrafonista). Compositor.
Irmão da cantora Málu Balonna, que integrou o grupo A Turma da Pilantragem e o trio Umas e Outras.
Iniciou a carreira artística aos 15 anos de idade, tocando em grandes orquestras, em Belo Horizonte.
Na década de 1960, formou, juntamente com Nivaldo Ornelas, Helvius Vilela, Wagner Tiso e outros músicos mineiros, seu primeiro grupo musical.
Atuou em festivais de jazz e bossa nova e em vários shows, pelo país e no exterior.
Apresentou-se nos Estados Unidos, França, México, Colômbia, Espanha e também no Japão, como representante da América Latina no Festival Electone Yamaha.
Sua discografia inclui os LPs "Música 18 Kilates" (1962), "Balona Espetacular" (1966), "Balona Bem Bolado" (1967), "Um Homem uma Mulher" (1970), "Balona é o Sucesso" (1974), "Garota de Ipanema" (1976), "Imagens" (1982) e "Vôo Noturno", além dos CDs "Batuquerê" (1992), "Cantigas de Roda para Ouvir e Sonhar" (2002), "Trilhas" (2005) e "Coletânea" (2006).
É autor de trilhas sonoras para os seguintes filmes: "Alumbramentos", contemplado no Festival de Cinema de Juiz de Fora, na categoria Melhor Trilha Sonora, "Um amor tão leve", "Perto do mar", "A coroa", "Madre Paulina" e "Projeto Nano Aventura".
Seu trabalho mais recente é o "Projeto Brasil - de Antonio a Zé Kéti", com os músicos Clóvis Aguiar (piano) e Milton Ramos (contrabaixo acústico).
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