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sábado, 30 de julho de 2016

Waltinho

Waltinho 
Vibrafonista muito requisitado nos anos 50 e 60, tocando com diveros artistas da época.
 

terça-feira, 24 de novembro de 2015

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Scarambone (José)



José Scarambone
São Paulo 1922
Pianista, Vibrafonista atuante no Rio de Janeiro nos anos 40,50 e 60, acompanhou o Cantor Ivon Cury em excursões pelo Brasil, e trabalhou com o maestro Simon Bountman

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Célio Balona



Célio Balona Passos
17/12/1938 Visconde do Rio Branco, MG
Instrumentista (pianista, tecladista, acordeonista e vibrafonista). Compositor.
Irmão da cantora Málu Balonna, que integrou o grupo A Turma da Pilantragem e o trio Umas e Outras.
Iniciou a carreira artística aos 15 anos de idade, tocando em grandes orquestras, em Belo Horizonte.
Na década de 1960, formou, juntamente com Nivaldo Ornelas, Helvius Vilela, Wagner Tiso e outros músicos mineiros, seu primeiro grupo musical.
Atuou em festivais de jazz e bossa nova e em vários shows, pelo país e no exterior.
Apresentou-se nos Estados Unidos, França, México, Colômbia, Espanha e também no Japão, como representante da América Latina no Festival Electone Yamaha.
Sua discografia inclui os LPs "Música 18 Kilates" (1962), "Balona Espetacular" (1966), "Balona Bem Bolado" (1967), "Um Homem uma Mulher" (1970), "Balona é o Sucesso" (1974), "Garota de Ipanema" (1976), "Imagens" (1982) e "Vôo Noturno", além dos CDs "Batuquerê" (1992), "Cantigas de Roda para Ouvir e Sonhar" (2002), "Trilhas" (2005) e "Coletânea" (2006).
É autor de trilhas sonoras para os seguintes filmes: "Alumbramentos", contemplado no Festival de Cinema de Juiz de Fora, na categoria Melhor Trilha Sonora, "Um amor tão leve", "Perto do mar", "A coroa", "Madre Paulina" e "Projeto Nano Aventura".
Seu trabalho mais recente é o "Projeto Brasil - de Antonio a Zé Kéti", com os músicos Clóvis Aguiar (piano) e Milton Ramos (contrabaixo acústico).

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Arnoldo



Arnoldo
Vibrafonista que atuou nos anos 50 e anos 60, tocou com varios músicos da epoca como Robledo, Izio entre outros, Sem nada no Google                            


terça-feira, 20 de maio de 2014

Pinduca



Luiz Almeida D'Anunciação, O Pinduca
3/5/1926 Propriá, SE
2011
Instrumentista. Percussionista. Compositor. Pesquisador. Fez formação musical nos Seminários de Música da Universidade Federal da Bahia entre os anos de 1956 e 1959. Estudou percussão na Universidade do Colorado, em Boulder, nos Estados Unidos. Estudou vibrafone com Phill Krauss, em Nova York, e marimba, com José Bethancourt, em Chicago, também nos Estados Unidos. Em 1996, estudou percussão cubana, com José Helário Amat e Lino Neira Benthancourt, em Havana, Cuba. Foi professor/orientador na implementação do Curso de Percussão da Universidade Federal de Santa Maria, no Rio Grande do Sul.
Iniciou a carreira artística na década de 1940, em Aracaju, Sergipe, quando organizou uma orquestra de bailes que também fez apresentações em programas de rádio. A Orquestra Pinduca apresentou-se constantemente na Rádio Difusora de Sergipe. Atuou por 18 anos na TV Globo como pecussionista, arranjador e regente. Atuou na Orquestra Sinfônica Brasileira e foi responsável pela preparação do naipe de percussão da mesma quando excursionou à Europa sob a direção do maestro Isaak Karabchewsky. Foi autor do "Manual de Percussão", em 4 volumesem 14 cadernos e 2 livros. O manual apresenta a seguinte subdivisão: Instrumentos da Ritmica Brasileira: Caderno 1: "O berimbau"; Caderno 2: "O pandeiro"; 3: "O surdo de repenique"; 4: "A ginga do surdo no samba", e caderno  5: "Tambores de percussão direta". A "Técnica para Instrumentos Barrafônicos" foi dividida em: Livro A: "Técnica a 2 baquetas" e Livro B: "Técnica a 4 baquetas". Já os Estudos de Técnica para a Caixa-clara foram dividos em: Caderno 1: "Triângulo"; 2: "Pratos (Tam-tam, gongo, crotales); 3: "Ornamentos", e 4: "Adiantados". Finalmente, a "Técnica para os Instrumentos da Percussão Complementar" foi dividida em: Caderno 1: "Triângulo"; 2: "Pratos (Tam-tam, gongo, croates); 3: "Bombo sinfônico"; 4: "O reco-reco no repertório sinfônico", e, 5: "O pandeiro no estilo sinfônico". Foi autor também do livro "Os instrumentos típicos brasileiros na obra de Heitor Villa-Lobos". Como compositor teve obras gravadas em diferentes CDs. Dentre elas, destacam-se: "A pequena suite para Vibrafone"; "Um choro para Radamés; "Divertimento para pandeiro estilo brasileiro"; "Dança para pandeiro estilo brasileiro e oboé"; "Primeiro estudo", para vibrafone e violão; "Tocata para tímpanos" e "Divertimento", para berimbau e violão. Em 2010, recebeu homenagem na Faculdade de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro, através de apresentação realizada e promovida pelo músico Pedro Sá. 

domingo, 11 de maio de 2014

Sílvio Mazzuca



Sílvio Mazzuca
Sílvio Mazzuca (cidade de São Paulo, 21 de maio de 1919 — São Paulo, 22 de janeiro de 2003) foi um maestro, pianista, compositor e arranjador brasileiro.
Cresceu no bairro paulistano do Bexiga. Começou a aprender piano aos 17 anos, com Helena de Aquino e Silva. Nos anos 1940, estudou harmonia com Savino de Benedictis.

quarta-feira, 26 de março de 2014

Aécio Flávio



Aécio Flávio do Rêgo
È um pianista, arranjador, compositor de música popular brasileira
Precisamos mais informações

terça-feira, 25 de março de 2014

Chuca-Chuca




Chepsel Lerner, O Chuca-Chuca
 26/8/1915 São Paulo, SP
 2001 Rio de Janeiro
Instrumentista (Vibrafonista e pianista). Compositor.Começou a interessar-se firmemente pela música aos 10 anos de idade, quando era carregador do violino do irmão que tocava num cinema na cidade de São Carlos, no acompanhamento de filmes mudos. Aprendeu a tocar sozinho.
Começou a carreira profissional depois que a família mudou-se para Niterói, no Estado do Rio. Formou uma orquestra e tocou no Clube Central e no Clube Canto do Rio. Começou a apresentar-se em programas de rádio, entre os quais os de Barbosa Júnior, na Mayrink Veiga. Na Rádio Nacional, acompanhou Lamartine Babo e nomes como Cyro Monteiro, Grande Otelo, Linda e Dircinha Batista, Emilinha Borba, Marlene, Zezé Gonzaga, Ademilde Fonseca e outros. Além de tocar piano, passou a tocar vibrafone. Integrou, então, o conjunto "Os milionários do ritmo", que fez bastante sucesso, tendo se apresentado no Cassino da Urca, no Rio de Janeiro, e Poços de Caldas e Pampulha, em Belo Horizonte. O mesmo grupo se exibiu no Hotel Quitandinha, em Petrópolis, onde permaneceu por 10 anos. Em 1946, com a proibição do jogo e o fechamento dos cassinos, foi para o Rio de Janeiro, onde tocou em boates, clubes e festas. Por essa época, foi convidado para tocar no Cassino Estoril, em Portugal, onde permaneceu por alguns meses. De retorno ao Brasil, passou a se apresentar no Beco das Garrafas, no Rio de Janeiro, cujas casas noturnas estavam em grande evidência, sendo freqüentadas, assiduamente, por nomes como Lúcio Rangel, Antonio Maria, Ary Barroso, Sérgio Pôrto, Rubem Braga, Sílvio Caldas, José Condé, Haroldo Barbosa, Luiz Jatobá e Paulo Mendes Campos, entre outros. Nessa época, adquiriu sociedade na boate Bacará, também no Beco das Garrafas, junto a Gigi do Acordeon, lá permanecendo durante alguns anos. Paralelamente, tocou em festas da alta sociedade carioca e paulista e em recepções para o presidente Vargas, o governador Negrão de Lima e os presidentes Juscelino Kubitscheck e João Goulart. Tocou, também, no Hotel Nacional de Brasília e do Rio de Janeiro. Permaneceu durante 10 anos tocando no Clube Ginástico Português. Participou de gravações com os maestros Lírio Panicali e Radamés Gnattali, entre outros, além de gravações com seu conjunto. Em 1956, gravou pela Mocambo com seu conjunto os pot-pourri "2, 37 de Ary Barroso", com as músicas "Morena boca de ouro" e "No rancho fundo" e "2, 53 de Bororó", com as músicas "Da cor do pecado" e "Curare". Gravou os LPs "Dance com Chuca-Chuca" pela Mocambo e "Uma noite no Montanha Clube", na Continental.

terça-feira, 18 de março de 2014

Garoto (Altivo Penteado)



Altivo Penteado, O Garoto
Este Garoto  não deve ser confundido com o violonista Garoto ( Anibal Augusto Sardinha ) Trata-se de Altivo Penteado, vibrafonista e pianista gaucho , também conhecido como Garoto.
Talvez com o tempo consigamos maiores informações.