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quarta-feira, 12 de julho de 2017

Dom Bira


Dom Bira
Percussionista muito atuante em gravações, sem nenhuma informação na rede.

José Gomes




José Gomes dos Santos Sobrinho, O Zé Gomes
Natural de Bonito-PE, nasceu no dia 13 de abril de 1941. Iniciou sua vida profissional em Caruaru, onde aos 13 anos já trabalhava na Rádio Difusora de Caruaru. Atuou na Rádio e TV Jornal do Commércio nas funções de acordeonista, pianista e orquestrador, e ainda, na TV Universitária nas funções de pianista, produtor e apresentador. Foi Copista de Música da Orquestra Sinfônica do Recife, no período de 1964 e 1971.
Portador de um talento invejável enveredou nas noites recifenses ao lado de outros grandes nomes da música como: Expedito Baracho, Claudionor Germano, Maestros (Clóvis Pereira, Duda, Edson Rodrigues, Caruaru, Dimas Sedícias, Fernando Borges), Ely Arcoverde, Heraldo do Monte, Doris Sandra, Walter Moura, Luiza de Paula, e Francisco Barbosa. Acredito ter sido essa a sua maior escola pela vivência adquirida. Atuou no Conservatório Pernambucana de Música instituição impar no ensino musical de Pernambuco e seguiu sua carreira, também como professor.
Acompanhou renomados artistas da música nacional e internacional como Eliana Pittman, Cauby Peixoto, Geraldo Azevedo, Eduardo Conde, Raul de Souza e Phil Wilson, entre outros. Arranjador vocal e instrumental, maestro, regente e compositor, integra a Academia Pernambucana de Música ocupando a cadeira cujo Patrono é o renomado Maestro Vicente Fittipaldi, um dos fundadores da Orquestra Sinfônica do Recife. Foi regente dos corais do Conservatório, Nossa Música, Funeso, São Pedro Mártir de Olinda, Mokiti Okada da Igreja Messiânica e Madrigal Ars Cantorum.
Possui mais de uma centena de arranjos para corais e como destaque Poema da Criação, tema que encerra anualmente o encontro de corais em Belo Horizonte, sendo executado em vários estados e outros países.

Paolo Mezzaroma


Paolo Mezzaroma
Violinista Italiano que participou de inumeras gravações nos anos 50 e 60 no Rio de Janeiro.

Luis César



Luis César, Maestro Pé de Ferro
Maestro atuante em São Paulo, nos anos 50

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Waldemar Ribeiro



Waldemar Ribeiro
Contrabaixista atuante em São Paulo, nos meados dos anos 50 e anos 60.
 

Tasso Bangel



Tasso Bangel
Taquara, 1931
Foi aluno de Roberto Eggers em Porto Alegre, estudando trompa, composição e regência. Formou o Conjunto Vocal Farroupilha de música regionalista gauchesca, que duraria 35 anos, com apresentações e gravações pelo mundo. Depois se radicou em São Paulo, onde desenvolveu a maior parte de sua carreira. Suas composições têm um caráter nacionalista, fazendo uso do folclore gaúcho e brasileiro. Vasco Mariz o comparou a Radamés Gnatalli, e Luiz Roberto Trench diz que suas obras "possuem uma clareza de escrita, qualidade de inspiração, fluência e autenticidade gaúcha, e uma luminosidade de concepção acima do regional, que representam soberbamente o nosso nacionalismo musical a nível internacional". Recebeu o Prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Arte em 1997, o Prêmio Sharp em 1998, e a Medalha Simões Lopes Neto, do governo gaúcho, por seu relevante trabalho cultural. Sua ópera Romance Gaúcho venceu um concurso nacional de composição em 1994.
 

Hermes Contesini



Hermes Contesini
Percussionista atuante em grandes orquestra e também em gravações nos anos 60, vem de uma fanilia de grandes músicos , Gentil, Pedrinho e Ariovaldo.
Ouça abaixo
Barquinho
Written-By – Menescal*, Boscoli*
Bass – Jurandir Duarte
Drums – Wilson Das Neves
Guitar – Roberto Menescal
Orchestra – Orchestra Elis Cinco
Percussion – Hermes Contesini
Piano – Antonio Adolfo Saboia*
Producer – Göte Wilhelmson
Vocals – Elis Regina

 

Luiz Schiavo



Luiz Schiavo
Pianista atuante em casas noturnas de São Paulo nos anos 50.
 

Marinho



Mário Gomes Vieira, O Marinho 
Nascido em Guaxupé no dia 28 de março de 1918. Ele trabalhou em tradicionais orquestras de São Paulo, Assis e Tupã. Era professor de música em Santo Anastácio e já se apresentou nas principais casas de shows da capital, na época em que tocou na famosa orquestra de Silvio Mazuca.
Abaixo Marinho ao Sax Baritono com a orquestra de Silvio Mazuca.
 

domingo, 13 de novembro de 2016

Geraldo Flach



Geraldo Flach
Geraldo Flach (Porto Alegre, 6 de agosto de 1945 — Porto Alegre, 3 de janeiro de 2011) foi um compositor, pianista, arranjador e produtor musical brasileiro.
Estudou piano erudito desde os cinco até os vinte anos de idade, tendo como mestres os maestros Max Brückner e Roberto Eggers, e a pianista Zuleika Rosa Guedes. Iniciou sua carreira profissional aos quatorze anos de idade, tocando em conjuntos de baile e, na década de 1960, formou um trio de piano, baixo e bateria, fazendo várias apresentações, além de ter um programa próprio na TV Piratini.
Atuou em vários movimentos musicais, entre os quais a Frente Popular Gaúcha de Música Popular e a MusicaNossa, no Rio de Janeiro. Atuou ao lado de grandes nomes da música brasileira e fez muitos recitais no Brasil e exterior, além de gravar vários discos e receber premiações, direcionando sua música para o terreno popular.


 

Nanái



Arnaldo A. Medeiros, O Nanái
Nasceu no Rio de Janeiro, Cantor e exímio violonista, foi fundador do conjunto cancioneiros do ar , musico atuante no inicio dos anos 50.
 

Zé Nogueira



Zé Nogueira
José Augusto Nogueira (Rio de Janeiro, 21 de julho de 1955), mais conhecido pelo seu nome artístico de Zé Nogueira, é um saxofonista e produtor musical brasileiro.
 

Arnaldo Baptista 



Arnaldo Dias Baptista 
São Paulo, 6 de julho de 1948
Sua carreira musical tem início em 1962, quando ele forma com seu irmão Cláudio César o grupo The Thunders. Em 1966, convida seu outro irmão, Sérgio Dias, a se juntar ao grupo Six Sided Rockers, que já contava com a presença de Rita Lee.[2] O grupo daria origem aos Mutantes. Ali ele desenvolve seus talentos de compositor e arranjador e desfrutou de boa fama e relativo sucesso financeiro. Integrando a banda de rock mais prestigiada do país na época, teve acesso a instrumentos que a maioria dos músicos tinha dificuldade de adquirir do exterior. Arnaldo foi pioneiro ao trazer para o Brasil um órgão Hammond Porta-B, um amplificador rotatório Leslie e um exemplar de Mellotron, com o qual gravou o compacto Mande Um Abraço Pra Velha e o disco O A E O Z. Depois de problemas e brigas internas, ele sai da banda em 1973.
Tenta seguir carreira de produtor musical, mas o insucesso o motiva a tentar carreira solo. Lança Lóki?, em 1974, considerado seu melhor trabalho.
Em 1977, ele recusa o convite de seu irmão Sérgio para retornar ao Mutantes, formando o grupo Patrulha do Espaço.[1] O novo projeto não vai longe, apesar da gravação de um disco de estúdio, que só seria lançado parcialmente dez anos depois com o nome de Elo Perdido, assim como uma gravação ao vivo de um show da banda (Faremos Uma Noitada Excelente).[2] Arnaldo deixa a Patrulha em 1978.
Em 1982, Arnaldo lança Singin' Alone, gravado em 1981, obra calcada em rock experimental. No mesmo ano, ele é internado na ala psiquiátrica do Hospital do Servidor Público de São Paulo por razões que ele mesmo explica no documentário de 2008: "depois que me internaram da primeira vez, qualquer motivo era razão para me internar novamente".[2] Em depressão, de acordo com sua ex-mulher Martha Mellinger no documentário, Arnaldo tenta o suicídio, sofre um traumatismo craniano. Recupera-se pouco depois.
Arnaldo lança em 1987, pelo selo independente Baratos Afins, a gravação caseira Disco Voador. A gravação é feita em dois canais. Em 1989, os produtores Alex Antunes e Carlos Eduardo Miranda produziram o álbum tributo "Sanguinho Novo - Arnaldo Baptista Revisitado" com bandas como Sepultura, Ratos de Porão, Paulo Miklos, Fellini entre outros nomes.
 

Geraldo Ribeiro



Geraldo Ribeiro
17 de Junho de 1939
Mundo Novo (BA)
Um dos violonistas brasileiros mais importantes do século 20. Seus discos são fundamentais para a história do instrumento, pois sempre apresentaram repertório diferenciado de qualquer outro violonista. Foi o primeiro, por exemplo, a resgatar obras de compositores como Garoto e Armando Neves, seja gravando discos inteiramente dedicados a eles ou escrevendo peças desses autores em partitura.
Geraldo Ribeiro é também importante por ter desenvolvido um repertório clássico para a viola brasileira, interpretando peças e transcrições como as de Theodoro Nogueira, além de ter divulgado um repertório pouco conhecido do repertório clássico mundial.
Filho dos lavradores Onofre Ribeiro da Silva e Mariá Lopes da Silva, Geraldo Ribeiro da Silva nasceu em Mundo Novo, no sertão da Bahia, próximo à parte norte da Chapada Diamantina. Garoto prodígio, iniciou-se na música de maneira autodidata, através de métodos de viola caipira. O pai havia conseguido uma viola e outros instrumentos como gaita, além de uma vitrola com 45 discos, entre eles um de Mozart Bicalho. A partir daí o interesse do menino pelo violão se consolidou.
Mudou-se ainda muito jovem para Assis, no interior de São Paulo, onde começou a estudar teoria, solfejo e outras atividades com o maestro de banda Augusto Matias, por volta de 1952. Três anos depois, seguiu para a capital paulista, quando teve aulas com um dos mais requisitados professores de violão da capital: Oscar Magalhães Guerra.
Estudou também matérias teóricas, harmonia e composição com um dos grandes compositores brasileiros: Ascendino Theodoro Nogueira, um aluno de Camargo Guarnieri que ganhava destaque por suas músicas instrumentais, camerísticas e orquestrais.
 

Eli do Trompete




Eli Pedro da Silva, O Eli do Trompete
Músico desde os onze anos nasceu em junho de 1954 e já tocou com vários grupos e orquestra do Rio de Janeiro, tendo assim conquistado um espaço vip no cenário musical.
Eli atua como Lead Trumpet na Orquestra Tabajara do Maestro Severino Araujo sob a regência de Jaime Araujo, considerada como a melhor orquestra desde quando foi fundada.
Hoje a Tabajara com mais de 14.200 apresentações, tem em seu conjunto grandes nomes do cenário musical.
Eli do Trompete diretor da Shalom Jazz Band, uma orquestra com 20 músicos profissionais que vem divulgando a musica em todo seu contexto, com apresentações e shows em vários lugares no Rio e grande Rio.
Shalom Jazz Band,uma big band com um som agradável que tem como espelho a melhor e inigualável Tabajara e também as famosas orquestras dos anos 50.
 

Afonso Machado



Afonso Dodsworth Machado
Rio de Janeiro, 3 de maio de 1954
É um bandolinista, compositor e arranjador de música popular brasileira.
 

Pedrinho Contesini


Pedrinho Contesini
Saxofonista atuante em São Paulo, anos 50.
AGUARDANDO AUDIO

Geraldo Correia


Geraldo Correia
Além de virtuoso tocador da sanfona de oito baixos, o paraibano Geraldo Correia, especialista em choros, é também um grande compositor. Sua sanfona, afinada por ele mesmo, tem um som inconfundível, que segundo o amigo Dominguinhos lembra muito o do clarinete. Durante oito anos, Geraldo viveu entre Rio de Janeiro e São Paulo, gravando pela Cantagalo, lendária gravadora de Pedro Sertanejo, e tocando nos diversos forrós do próprio Pedro. Em sua carreira, gravou 14 discos, e já tocou com Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro e Dominguinhos, entre outros grandes nomes da música nordestina.
 

domingo, 21 de agosto de 2016

Gato


José Provetti, O Gato
Cantor e Guitarrista

* Valparaíso, SP (07/01/1941)
+ Rio de Janeiro, RJ (31/01/1996)
Fãs do grupo The Jet Black´s devem se lembrar do José Provetti, mais conhecido pelo apelido, Gato, por sua performance como solista de guitarra.
José Provetti nasceu em Valparaíso, SP, uma pequena cidade perto de Guararapes, Andradina e Araçatuba, em 07/01/1941. Ele era filho de Ricardo Provetti e Antônia Buonvonatti. Seus pais eram pobres e trabalhavam como agricultores.
Em 1948, quando tinha 7 anos, a familia Provetti mudou-se para a São Paulo.
Em 1951, quando tinha 10 anos, José Provetti juntou Zé Cascudo como parte de uma dupla caipira. Zé Provetti & Zé Cascudo goi mais uma dupla entre as centenas existentes. Logo, porém José Provetti teve aulas de violão clássico com Salvador Viola no Largo Paissandú, no centro da cidade.
Fez parte do RC-7 que acompanharam Roberto Carlos durante todo o período Jovem Guarda.
Ele morreu em 31/01/1996, vitimado por sequelas de um derrame cerebral.
 

Jurandir Meirelles


Jurandir Meirelles
Fez parte do Bossa Jazz Trio em meados dos anos 60
Em 1970 gravou ao vivo com cantora Elis Regina, o album (Elis no Teatro da Praia)